antropologia criminal

Em fevereiro de 1997 foi publicada na Revista Paparazzi a matéria dos Ex-Votos Fotográficos. Na Penitenciária do Estado nas décadas de 1920 e 1930 vários registros utilizando a fotografia foram feitos naquele espaço. Inclusive os próprios presos fotografavam uns aos outros e a si mesmos. Principalmente suas tatuagens… Criou-se um acervo deste material que estava em um prédio dentro do complexo do Carandiru. Na década de 1990, a artista Rosangela Rennó tinha começado um trabalho de higienização e acondicionamento dos negativos das tatuagens, que formavam o conjunto mais interessante do acervo.
Este arquivo fotográfico graças ao dr. Moraes Mello, médico da Penitenciária do Estado, foi recuperado a partir dos anos 80 e armazenado, mesmo que precariamente e hoje se encontra na Escola de Administração Penitenciária, no município de Araraquara. Uma verdadeira documentação antropológica criminal.
Rodrigo Toffoli de Oliveira, aluno de Estudos Semióticos em Letras na USP, escreveu um artigo em 2005 sobre o assunto. Vale ler!
Esta foto abaixo foi feita por um sapateiro que foi tatuado por um outro preso na Casa de Detenção em 1939. Seu crime foi roubo.

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