fábio fabuloso e minha recuperação

Confesso que apesar de idolatrar o mar, areia, coqueiros e afins, surf nunca foi literalmente minha praia – apesar de admirar fotos escandalosamente bem tomadas e pouco convencionais dos profissionais em cena sobre e sob ondas…
Mas como na vida tudo é um aprendizado… Uma querida amiga me indicou o que recebi com certa desconfiança e pensei ser um documentário como uma boa indicação para pensar em nada em nada mesmo… Mas que nada, nada…
Puro preconceito!!!!!!!!! Neste meu período de repouso conto que estou quase mudando de profissão e virando crítica de cinema pois filme é o que não falta em minha casa para assistir neste período de fotos caseiras, livros mil para ler e meditação quase que forçada (mas prazerosa, vale salientar)… Pois foi aí que pude conhecer o Fábio Fabuloso. E que nome!!! Falei até baixinho na locadora o nome do filme no mínimo… engraçado…
Pois foi paixão demais!! Que documentário bom, com cenas lindas, uma fotografia e uma trilha sonora de escutar até o CD furar todinho de tão boa!!!! Surpresa foi pouco!! Apesar de ser um filme de 2004, não tive a oportunidade de conhecer na época.

Fábio Fabuloso é o surfista que desenhou o “S” de Brasil nas ondas do mar do mundo… Esta é a chamada principal do documentário… Ganhou vários prêmios desde seu lançamento dentre eles o de melhor documentário no Festival do Rio de 2004. Conta sobre o Fábio Gouveia, eleito como o melhor surfista brasileiro de todos os tempos. Eleito unânime pelos próprios colegas da área.
A história conta de maneira extremamente criativa, engraçada e saborosa (como se fosse um vídeo de cordel) sobre o surf de Fábio – paraibano que tem um humor arretado de bom – dos amigos e do sucesso como chegou a ele. Empolga e gruda os olhos até o final. Pedro Cezar, Ricardo Bocão e Antônio Ricardo são os responsáveis pela excelente direção. O Anta Teixeira (que nome, enfim e queria saber a respeito deste moço pois não consegui encontrar mais informações…) é o “dono” da fotografia do documentário. Procurem ver, muito bom… Meu preconceito foi abolido. Ouçam a trilha. É do compositor, produtor e multiinstrumentista Marcos Cunha… Mistura o melhor do regional nordestino com elementos eletrônicos. Criou uma atraente e sedutora identidade sonora para o filme.

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